Pessoas que achavam que filho de Lula era dono da Friboi sofriam de doença causada por carne estragada

Depois da operação “Carne Fraca” realizada pela Polícia Federal (PF), que revelou esquema de liberação de licenças e fiscalização irregular de frigoríficos, que vendiam carne estragado, médicos descobriram que brasileiros que comiam carne estragada, sofriam de uma doença classificada como “zumbização”.

O doença fazia com que as pessoas saiam pelas ruas sem rumo gritando coisas sem nexo, como “intervenção militar”, ou com dificuldade de raciocínio, que causava conclusões confusas como achar que o filho do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva era dono da Friboi, empresa que também foi alvo da “Carne Fraca”.

Segundo a polícia, a “Carne Fraca” é, em números, a maior operação já realizada pela PF no país. Pela manhã, funcionários do ministério foram detidos.

A operação envolve grandes empresas do setor, como a BRF Brasil, que controla marcas como Sadia e Perdigão, e também a JBS, que detém Friboi, Seara, Swift, entre outras marcas, mas também frigoríficos menores, como Mastercarnes, Souza Ramos e Peccin, do Paraná, e Larissa, que tem unidades no Paraná e em São Paulo.

Os médicos disseram já terem encontrado a cura para a doença “zumbização”. As pessoas infectadas com carne entregadas só precisa retomar uma alimentação saudável e ler livros de história, para reativar o cérebro.